Dicas para iniciantes na corrida: primeiros 5 km sem lesões Todo mundo começa de algum lugar. Mas o segredo é começar certo. A corrida é um dos esportes mais democráticos e transformadores que existem. Você não precisa de equipamento sofisticado, nem de uma academia de última geração. Basta um tênis confortável, um pouco de motivação e o plano certo para evitar o que mais assusta os iniciantes: lesões. Se você está se preparando para correr seus primeiros 5 km, esse artigo é para você. Vamos conversar, de forma simples e direta, sobre como se preparar fisicamente e mentalmente, como evitar os erros mais comuns e quais estratégias usar para cruzar a linha dos seus 5 km com segurança, saúde e satisfação. Baseado na experiência prática da equipe da Clínica Reab, referência em fisioterapia esportiva em Florianópolis, este guia vai te ajudar a correr melhor — desde o primeiro passo. O que você vai encontrar neste guia: Como começar a correr sem pressa e sem dor Qual o ritmo ideal para quem está começando Dicas de aquecimento e alongamento para iniciantes Como escolher o tênis certo para evitar lesões Quando procurar um fisioterapeuta na sua jornada Os sinais que seu corpo dá e você não pode ignorar Planos semanais para os primeiros 5 km Como começar a correr sem pressa e sem dor Ninguém precisa sair correndo como se estivesse fugindo de alguma coisa. A verdade é que o melhor jeito de começar na corrida é alternar caminhada com trotes leves. Isso ajuda o corpo a entender a nova rotina sem assustar músculos, articulações e pulmões. O segredo está na constância, não na velocidade. Três treinos por semana já são suficientes para evoluir com segurança. E nos primeiros dias, o mais importante é sair de casa — o ritmo, o tempo e a distância vêm depois. Qual o ritmo ideal para quem está começando Se você termina o treino com falta de ar e dor em tudo, tem algo errado. O ritmo certo para iniciantes é aquele em que você ainda consegue conversar durante a corrida. Isso mostra que seu corpo está se adaptando e não em colapso. Não existe um “pace ideal” universal, mas sim o SEU ritmo ideal. E ele deve respeitar sua condição física atual, seu histórico de sedentarismo, seu sono, sua alimentação e até seu humor do dia. Dicas de aquecimento e alongamento para iniciantes Muita gente acha que alongar antes da corrida é obrigatório. Mas o que realmente faz diferença é o aquecimento dinâmico. Movimentos leves, como elevação de joelhos, polichinelos e deslocamentos laterais, ajudam a ativar o corpo e reduzir o risco de lesões. Deixe os alongamentos estáticos (aqueles parados) para outro momento mais adequado. Aqui na Clínica Reab, reforçamos isso diariamente com nossos pacientes — e os resultados são visíveis. Como escolher o tênis certo para evitar lesões Não existe um tênis ideal que sirva para todos. O fator mais importante na escolha do calçado é o conforto, que pode ter mais impacto na sua corrida do que a tecnologia empregada ou o valor investido. Estudos mostram que lesões estão muito mais relacionadas ao volume e intensidade de treino, às características biomecânicas individuais e à qualidade da recuperação do que ao tipo de tênis. Em outras palavras, não há um “tênis milagroso” capaz de prevenir lesões sozinho – o mito do tênis perfeito não se sustenta. 👉 Leia também: Fascite plantar: como evitar na corrida Quando procurar um fisioterapeuta na sua jornada Muitos só procuram ajuda quando a dor já virou parte do dia a dia. Mas o ideal é fazer uma avaliação logo no início da jornada. Isso evita que pequenos desequilíbrios posturais ou compensações musculares se transformem em lesões. Aqui na Clínica Reab, avaliamos sua biomecânica, mobilidade, força e coordenação — e montamos um plano de prevenção específico para seu perfil. 👉 Veja como funciona a fisioterapia no pós-operatório de cirurgias ortopédicas Os sinais que seu corpo dá e você não pode ignorar Seu corpo fala. Dores insistentes, desconfortos articulares, sensação de cansaço extremo ou sono desregulado podem ser alertas de que algo precisa mudar. O problema não está em correr, mas em como você está correndo. Aprender a reconhecer os sinais precoces de sobrecarga é uma habilidade que todo corredor deveria desenvolver. 👉 Leia também: Como identificar sinais de sobrecarga antes da lesão Plano semanal para correr 5 km com segurança 📅 Semana 1 a 2: caminhada leve 5 minutos + trote leve 1 minuto (repetir 4x) + caminhada final 5 minutos. 📅 Semana 3 a 4: trote 2 minutos + caminhada 2 minutos (repetir 5x). 📅 Semana 5 a 6: corrida leve 3 minutos + caminhada 1 minuto (repetir 4x). 📅 Semana 7 a 8: corrida contínua por 20 minutos sem pausas. 📅 Semana 9 a 10: ajuste progressivo até completar os 5 km. Durante todo o processo, é essencial respeitar o corpo. Se sentir dor, reduza o ritmo. Se sentir energia sobrando, mantenha. A corrida não é sobre pressa, é sobre permanência. 👉 Veja também: Dor e movimento: o que seu corpo está tentando te dizer PERGUNTAS FREQUENTES FAQ — Perguntas frequentes sobre corrida para iniciantes Qual a melhor frequência de treinos para quem está começando? Três vezes por semana, com descanso entre os dias, é o ideal para quem está começando. Preciso de um relógio esportivo para começar a correr? Não. Um tênis confortável e disposição já são suficientes. O relógio pode vir depois. Dói no começo? É comum sentir algum desconforto muscular. Mas dor forte, pontual e persistente é sinal de alerta. Posso correr com sobrepeso? Sim, mas é ainda mais importante seguir um plano progressivo e ter acompanhamento profissional. Corrida emagrece mesmo? Correr ajuda a gastar calorias e pode contribuir para o emagrecimento, desde que associada a uma boa alimentação e sono. Onde encontro fisioterapia para corrida em Florianópolis? Na Clínica Reab, referência em prevenção, recuperação e desempenho esportivo. Comece agora, do jeito certo. Você não precisa correr sozinho. Se está se preparando para seus
Avaliação cinemática 3D para corredores: qual a importância?
Avaliação cinemática 3D para corredores: qual a importância? Você corre bem ou apenas corre? A diferença entre desempenho e lesão, evolução e frustração, pode estar nos detalhes invisíveis a olho nu. E é aí que a avaliação cinemática 3D entra. Essa tecnologia permite analisar, em tempo real e com altíssima precisão, como o seu corpo se move em cada fase da corrida. Neste artigo, você vai descobrir por que cada vez mais corredores — amadores e profissionais — recorrem à análise 3D para otimizar seu gesto de corrida, evitar lesões e alcançar uma performance mais eficiente. Tudo com base na experiência da Clínica Reab, referência em fisioterapia esportiva e avaliação biomecânica em Florianópolis. Tópicos que você vai encontrar aqui: O que é a avaliação cinemática 3D Como funciona essa tecnologia na prática Por que é tão importante para corredores Quais lesões ela ajuda a prevenir Como essa análise pode melhorar seu desempenho Onde fazer avaliação 3D em Florianópolis com segurança A importância da reavaliação ao longo da jornada Corredor sendo analisado com sensores 3D na esteira O que é a avaliação cinemática 3D? Imagine assistir sua corrida em câmera lenta, com gráficos e métricas que revelam cada inclinação do tronco, cada impacto do pé no solo, cada oscilação do quadril. A avaliação cinemática 3D faz exatamente isso — só que com precisão científica. Utilizando câmeras de alta velocidade e sensores colocados em pontos estratégicos do corpo, ela reconstrói sua corrida em três dimensões. O resultado é uma análise minuciosa dos seus padrões de movimento, revelando compensações, desequilíbrios e sobrecargas que passariam despercebidos até mesmo pelos olhos mais treinados. Como funciona essa tecnologia na prática? O processo começa com uma avaliação inicial com o fisioterapeuta. Depois, sensores refletores (ou marcadores inerciais, dependendo da tecnologia utilizada) são posicionados em locais-chave do corpo: tornozelos, joelhos, quadris, lombar, ombros. O corredor então executa sua corrida natural sobre uma esteira equipada com câmeras e sensores de força. Tudo é captado em tempo real e analisado por softwares avançados que geram relatórios biomecânicos completos. O fisioterapeuta então interpreta os dados e elabora um plano de correção ou prevenção com base nos achados. Por que a avaliação cinemática é tão importante para corredores? Porque correr não é só “botar o tênis e sair”. Correr exige coordenação, força, estabilidade e simetria. O problema é que o corpo nem sempre entrega isso com perfeição. Pequenos desvios, se repetidos milhares de vezes (como ocorre na corrida), podem se transformar em lesões sérias. A análise 3D revela justamente esses micro-erros que o espelho e o vídeo comum não mostram. Você descobre, por exemplo, que sua passada direita é mais longa que a esquerda. Que seu quadril cai em determinado momento da passada. Ou que há uma rotação excessiva do tronco no ciclo de passada. Tudo isso são fatores de risco silenciosos, que a análise 3D expõe com clareza. Quais lesões podem ser evitadas com a análise 3D? Fascite plantar Síndrome da banda iliotibial (leia sobre) Tendinopatias de aquiles e patelar (veja detalhes) Síndrome femoropatelar (confira) Lesões meniscais e ligamentares (saiba mais) Canelite, pubalgia, entorses e cãibras recorrentes Essas condições têm um padrão: geralmente são causadas por sobrecargas mecânicas mal distribuídas. E só quem vê a mecânica em 3D consegue entender e corrigir isso a tempo. A avaliação ajuda mesmo na performance? Ajuda — e muito. Imagine eliminar todo movimento “desnecessário” do seu corpo. Tirar aquela rotação que só consome energia. Corrigir um atraso no ciclo de passada que reduz a eficiência. Tudo isso significa menos desgaste e mais rendimento. Atletas que fazem essa análise e seguem as recomendações técnicas relatam: ✔️ Redução de esforço na mesma distância ✔️ Melhora do tempo médio em provas ✔️ Menor tempo de recuperação pós treino ✔️ Corrida mais fluida e sem dor Aliás, neste artigo sobre fisioterapia e performance, mostramos como unir prevenção e performance de forma inteligente. Onde fazer avaliação cinemática 3D em Florianópolis? Na Clínica Reab, referência em avaliação biomecânica, fisioterapia esportiva e acompanhamento de corredores em todas as fases — da prevenção à reabilitação. A equipe é formada por especialistas em corrida, fisioterapeutas experientes e tecnologia de ponta. Todo o processo é explicado ao paciente de forma clara, com resultados práticos aplicados no seu dia a dia de treinos. Fisioterapeuta mostrando relatório 3D para paciente corredor A importância da reavaliação ao longo da jornada A corrida muda. Seu corpo também. Seus treinos evoluem, seu volume aumenta, sua biomecânica se adapta. E por isso a análise 3D não deve ser feita uma única vez, mas em momentos estratégicos da sua temporada. Fazer uma reavaliação a cada 3 a 6 meses é uma forma inteligente de garantir que os ajustes biomecânicos estão surtindo efeito — e evitar recaídas, mesmo após a dor desaparecer. PERGUNTAS FREQUENTES FAQ: dúvidas comuns sobre avaliação cinemática 3D É indicado para quem corre só de vez em quando? Sim. Mesmo quem corre duas vezes por semana pode se beneficiar muito. Às vezes, é esse volume baixo que esconde padrões perigosos. Preciso estar lesionado para fazer? De forma alguma. A avaliação é, sobretudo, preventiva. O ideal é fazê-la antes de se machucar. Dói? É desconfortável? Não. É uma análise totalmente indolor e não invasiva. Você apenas corre naturalmente enquanto os sensores fazem seu trabalho. Quanto tempo dura a sessão? Em média, 60 minutos. Inclui conversa inicial, preparo, coleta de dados e explicação dos resultados. Tem relatório? Posso levar para meu treinador? Sim. O relatório é completo, com gráficos, vídeo e recomendações práticas. Pode — e deve — ser compartilhado com quem acompanha seus treinos. Pronto para correr melhor e com menos riscos? A avaliação cinemática 3D pode ser o divisor de águas na sua trajetória como corredor. Não espere a dor aparecer para cuidar da sua biomecânica. Fale com a equipe da Clínica Reab agora mesmo e agende sua sessão personalizada. 👉 Clique aqui para conversar com um fisioterapeuta pelo WhatsApp Ou, se preferir, conheça também os serviços especializados oferecidos pela Clínica Reab para corredores de todos os níveis.
Corrida em Florianópolis: os melhores locais para treinar sem riscos
Melhores locais para correr em Florianópolis com segurança Correr na Ilha pode ser mágico — mas também pode ser perigoso, se você não souber onde ir. Quem vive ou visita Florianópolis sabe o quanto é prazeroso correr à beira-mar, cruzar pontes ou subir trilhas com vista para o mar. Mas nem todo trajeto é apropriado para uma corrida segura e eficiente. Alguns são mal iluminados, com buracos, trânsito intenso ou inclinação perigosa. Neste artigo, criamos um guia definitivo com os melhores locais para correr em Floripa sem riscos. Selecionamos lugares com boa estrutura, visual inspirador e, principalmente, segurança. Tudo com base na experiência de profissionais da Clínica Reab, referência em fisioterapia esportiva e performance na região. Tópicos que você vai encontrar aqui: Por que a escolha do local de treino influencia no seu desempenho O que um bom local de corrida precisa ter Top 7 locais seguros para correr em Florianópolis Dicas de horários, roupas e hidratação para cada local Locais com mais risco de lesão (e como evitá-los) Avaliação funcional e orientação personalizada na Clínica Reab Por que a escolha do local de treino influencia no seu desempenho Você pode ter o melhor tênis, o melhor planejamento e o melhor condicionamento. Mas se o terreno é irregular, a iluminação é ruim ou o local é inseguro, a qualidade do seu treino despenca. Cada passada mal calculada em um buraco ou desvio inesperado por causa de um carro te faz correr menos e, pior: com mais chance de lesionar. Por isso, escolher bem onde você vai treinar é o primeiro passo para manter a consistência, a motivação e a integridade física. Em cidades com grande fluxo de veículos e terrenos variados como Florianópolis, isso se torna ainda mais essencial. O que um bom local de corrida precisa ter Não basta ser bonito. Tem que ser seguro. Aqui estão os principais critérios para um bom trajeto de corrida: Piso regular e plano (ou inclinação segura) Iluminação adequada para treinos noturnos Pouco tráfego de veículos ou faixas exclusivas para pedestres Presença de bebedouros e pontos de apoio Sinalização de distância, se possível Ambiente frequentado por outros corredores (mais segurança e motivação) E se tiver vista para o mar, melhor ainda. Top 7 locais seguros para correr em Florianópolis 1. Avenida Beira-Mar Norte O cartão-postal da corrida em Floripa. Piso plano, espaço largo, iluminação impecável e energia coletiva de centenas de corredores. Ideal para treinos longos, velocidade e caminhadas. 2. Avenida Beira-Mar Continental Menos movimentada que a Norte, mas igualmente bem cuidada. Ótima para quem busca treinos mais tranquilos, com o mesmo visual inspirador. Perfeita para iniciantes. 3. Lagoa da Conceição – Av. das Rendeiras Um mix entre natureza e urbanismo. Ideal para treinos regenerativos. A pista é estreita, então treine em horários de menor fluxo (manhãs durante semana). 4. Pista de Cooper da UFSC Clássica. Arborizada, com sombra e com solo de saibro, ótimo para treinos mais suaves. Ambiente universitário e seguro. Atenção: pode estar cheia em certos horários. 5. Parque de Coqueiros Reduto de famílias, corredores e ciclistas. Trecho curto, mas seguro e com boa estrutura. Ideal para treinos intervalados e para quem está voltando de lesão. 6. Campeche – Av. Pequeno Príncipe Piso novo, calçadão largo, atmosfera de praia e menos carros. Boa opção para quem mora na região sul da Ilha. Vista, paz e segurança. 7. Trilha da Costa da Lagoa (para os aventureiros) Quer sair do asfalto? Essa trilha é linda, silenciosa e desafiadora. Mas atenção: é para corredores experientes e sempre com companhia. Use tênis adequados e leve água. Dicas de horários, roupas e hidratação para cada local Horários mais seguros: ✔️ Beira-mar Norte e Continental: 6h–9h ou 17h–20h ✔️ Lagoa e Campeche: evitar entre 11h e 15h (sol forte e muito trânsito) ✔️ UFSC: 7h–10h ou após 17h ✔️ Trilhas: apenas durante o dia, com planejamento Roupas e acessórios: Roupas leves e com proteção UV Boné ou viseira Tênis adequado ao tipo de solo (mais amortecimento para asfalto, mais aderência para trilha) Cinto ou mochila de hidratação para treinos longos Hidratação: Use apps como Strava ou Komoot para mapear pontos com água Em locais sem estrutura, leve sua própria garrafinha Evite bebidas isotônicas sem orientação Locais com mais risco de lesão (e como evitá-los) Sabemos que nem todos os bairros oferecem a estrutura ideal. Os riscos aumentam em locais com: ⚠️ Calçadas quebradas ou inclinadas ⚠️ Ausência de iluminação pública ⚠️ Trânsito intenso sem faixa exclusiva ⚠️ Presença de declives acentuados sem sinalização Se você só pode correr nesses locais, vá em horários de luz do dia, com roupas refletivas e atenção total ao entorno. O papel da fisioterapia na prevenção de lesões em diferentes terrenos Cada solo provoca um impacto diferente no corpo. Corridas em asfalto, saibro, areia ou trilha têm exigências específicas. E é aí que a fisioterapia entra como aliada. A Clínica Reab realiza avaliações funcionais que identificam desequilíbrios, padrões de movimento ineficientes e possíveis sobrecargas — antes que se tornem lesões. A partir disso, montamos protocolos personalizados de fortalecimento, liberação tecidual, mobilidade e treinos para a melhora do controle neuromuscular, baseados no tipo de terreno mais comum do seu treino. Avaliação funcional e plano individualizado na Clínica Reab Você pode até correr nos melhores lugares de Floripa. Mas, se o seu corpo não estiver preparado, a lesão pode bater na porta a qualquer momento. É por isso que oferecemos avaliação funcional completa e um plano de ação focado na sua corrida: seus objetivos, sua rotina e suas necessidades específicas. Veja como é fácil começar: ✅ Avaliação com fisioterapeuta esportivo ✅ Testes de força, mobilidade, equilíbrio e padrão de corrida ✅ Feedback completo e plano de fortalecimento ✅ Acompanhamento contínuo e retorno gradual com segurança Agende agora mesmo sua consulta e comece a correr com mais segurança, leveza e constância. 👉 Fale com um especialista da nossa equipe Florianópolis é o paraíso dos corredores — quando você sabe onde correr. Escolha bem seus trajetos, respeite seu corpo e conte com profissionais especializados
Treino de força para corredores: exercícios essenciais
Quem corre, precisa de força. E não, não estamos falando de levantar peso como um fisiculturista. Estamos falando de força para estabilizar, absorver impacto, resistir à fadiga e evitar lesões a cada passo. O treino de força é o combustível oculto da performance. Neste guia, os especialistas da Clínica Reab mostram por que corredores precisam ir além da corrida e como incluir exercícios simples, mas eficazes, que fortalecem músculos-chave, melhoram a biomecânica e protegem seu corpo para correr por mais tempo e com mais prazer. Tópicos que você vai encontrar aqui: Por que corredores precisam de treino de força Músculos mais exigidos durante a corrida Exercícios essenciais para corredores iniciantes e avançados Quantas vezes por semana treinar força Como combinar força com corrida sem perder desempenho O papel da fisioterapia na prevenção de lesões por desequilíbrio muscular Avaliação e plano individualizado na Clínica Reab Por que corredores precisam de treino de força Você corre, sente o vento no rosto, vence seus próprios tempos. Mas, sem perceber, está usando muito mais que o coração e os pulmões. Seus músculos estão ali, sustentando, equilibrando, corrigindo — segundo após segundo. O problema? Muitos corredores deixam o corpo “fraco” fora da pista. E quando a musculatura está despreparada, os impactos da corrida não são absorvidos. Eles se acumulam. Até que o corpo grita: lesão. É aí que o treino de força entra. Não é luxo. É base. É proteção. É a ponte entre performance e longevidade no esporte. Estudos da American College of Sports Medicine (ACSM) confirmam: corredores que fazem treino de força têm menor risco de lesões e melhoram sua eficiência de corrida em até 8%. Músculos mais exigidos durante a corrida Se você acha que correr é só usar as pernas, está enganado. A corrida envolve um sistema completo: Glúteos: ajudam a estabilizar o quadril e contribuem para a eficiência da passada. Isquiotibiais: atuam na fase final da passada, controlando a desaceleração da perna e protegendo o joelho. Panturrilhas: absorvem parte do impacto a cada contato com o solo e geram propulsão. Core (abdômen e lombar): Otimizam o movimento. Quadríceps: controlam a flexão do joelho durante o apoio, auxiliando na absorção de impacto e estabilidade articular. Quando esses grupos estão desequilibrados ou fracos, o corpo começa a compensar. E toda compensação tem um preço. Fisioterapeuta aplicando avaliação de força em corredor amador Exercícios essenciais para corredores iniciantes e avançados Aqui não tem segredo. Tem ciência. Abaixo, selecionamos os exercícios com maior impacto preventivo e funcional para corredores: 1. Agachamento com peso corporal (ou barra leve) Fortalece glúteos, quadríceps e core. 2. Stiff unilateral Ativa isquiotibiais e melhora o equilíbrio neuromuscular. 3. Ponte de glúteo Simples, mas poderoso para estabilização do quadril. 4. Prancha abdominal (estática e dinâmica) Trabalha o core, protegendo a lombar. 5. Subida em banco Simula o gesto da corrida, fortalece membros inferiores de forma funcional. 6. Avanço (lunge) Treina força e estabilidade lateral. 7. Panturrilha no degrau Prevenção direta para lesões como fasceíte plantar e tendinopatia do calcâneo. Quantas vezes por semana treinar força Se você corre 3 a 5 vezes por semana, o ideal é reservar 2 dias para treinos de força. Sim, só dois dias já fazem diferença. Desde que o treino seja orientado, com foco em qualidade e técnica. Evite treinar força logo após treinos longos ou muito intensos. Dê espaço para seu corpo se adaptar. Na dúvida, busque avaliação com um profissional de fisioterapia esportiva para montar seu ciclo de treino ideal. Como combinar força com corrida sem perder desempenho Muitos corredores têm medo de que o treino de força os deixe “lentos” ou “pesados”. Mas o que acontece é justamente o oposto. Com músculos mais fortes e coordenados, o corpo gasta menos energia para correr. Você melhora a economia de corrida, corre mais rápido com menos esforço e ainda reduz o risco de lesões. Em um estudo publicado pelo Journal of Strength and Conditioning Research, corredores que incluíram força na rotina melhoraram o tempo de 5 km em até 1 minuto. O papel da fisioterapia na prevenção de lesões por desequilíbrio muscular Na Clínica Reab, não acreditamos em protocolos prontos. Avaliamos cada corredor com profundidade, utilizando: Dinamometria isocinética, que revela a real força de cada grupo muscular. Análise cinemática 3D, capaz de enxergar aquilo que o olho humano não alcança. Testes funcionais específicos da corrida, que traduzem a teoria em movimento real. [INSERIR LOCAL DO VÍDEO AQUI] Tipo de vídeo: demonstração de exercícios preventivos para corredores Fonte recomendada: canal da Clínica Reab ou Universidade do Estado de Santa Catarina Descrição: vídeo explicando como aplicar exercícios de força adaptados para corredores amadores. Avaliação e plano individualizado na Clínica Reab Correr bem não depende só da quilometragem. Depende do quanto você fortalece, cuida e recupera seu corpo. Na Clínica Reab, unimos fisioterapia esportiva, biomecânica, treinamento e reabilitação num plano completo para corredores de todos os níveis. ✅ Agende sua avaliação com especialistas: Falar no WhatsApp PERGUNTAS FREQUENTES ❓ Perguntas Frequentes sobre Treino de Força para Corredores 1. Treino de força deixa o corredor mais lento? ➡️ Pelo contrário! O fortalecimento melhora a economia de corrida e aumenta a capacidade de impulsão. O resultado aparece nos tempos mais rápidos e na sensação de leveza durante a corrida. 2. Quantas repetições devo fazer por exercício? ➡️ O ideal está entre 8 a 12 repetições, priorizando movimentos controlados e execução perfeita. Mais do que o número, importa a qualidade do gesto e as progressões para não gerar adaptação. 3. Preciso de academia para fazer esses treinos? ➡️ Não necessariamente. Muitos exercícios podem ser adaptados usando apenas o peso corporal, elásticos ou halteres leves. O importante é ter orientação adequada. 4. Corredores iniciantes também precisam treinar força? ➡️ Sim! Desde o início, o treino de força ajuda a corrigir padrões de movimento compensatórios, fortalece músculos estabilizadores e reduz significativamente o risco de lesões. 5. Posso treinar força no mesmo dia da corrida? ➡️ Sim, é possível. O ideal é separar os horários (ex.: força de manhã, corrida à tarde)
Alongamento antes ou depois da corrida: o que diz a ciência?
Alongar antes ou depois da corrida? Essa dúvida é tão comum quanto tênis novo no pé de corredor. Alguns juram que alongar antes evita lesões. Outros defendem o alongamento pós-treino como sagrado. E entre achismos e tradições, o que a ciência realmente comprova? Neste guia direto e baseado em evidências, a equipe da Clínica Reab mostra o que funciona de verdade, quando alongar, como fazer. Tópicos que você vai encontrar aqui: A diferença entre alongamento e aquecimento O que a ciência diz sobre alongar antes de correr E sobre alongar depois? Os tipos de alongamento e quando aplicar cada um Alongamento ajuda na prevenção de lesões? Dicas práticas de alongamento para corredores Avaliação personalizada na Clínica Reab A diferença entre alongamento e aquecimento Todo mundo já viu: gente no parque puxando o pé até a coxa, braço cruzado atrás da cabeça, e aquele ritual clássico de “soltar o corpo” antes da corrida. Mas será que isso é aquecimento mesmo? Ou só alongamento disfarçado? Aquecer é ativar. Alongar é preparar. Aquecimento é movimento: corrida leve, polichinelos, exercícios funcionais com foco em elevar a temperatura do corpo, aumentar a frequência cardíaca e preparar o sistema musculoesquelético para a carga que vem. Já o alongamento, por definição, busca aumentar o comprimento das fibras musculares, melhorar a flexibilidade e a amplitude dos movimentos. O problema começa quando o alongamento é usado no lugar do aquecimento — o que, como veremos a seguir, pode atrapalhar mais do que ajudar. O que a ciência diz sobre alongar antes de correr? Por muitos anos, a recomendação era clara: alongar antes de qualquer exercício. Mas a ciência não é feita de tradição, e sim de testes, análises e revisões constantes. Estudos recentes — como a revisão sistemática publicada no Scandinavian Journal of Medicine & Science in Sports — mostraram que alongamentos estáticos antes de treinos de corrida podem reduzir a performance e a potência muscular, principalmente se forem mantidos por mais de 60 segundos. Isso acontece porque o músculo, ao ser alongado por muito tempo, entra em estado de relaxamento, diminuindo sua capacidade de resposta rápida — essencial para a corrida. Mas calma: isso não significa que todo alongamento pré-treino está proibido. Se for dinâmico, funcional e com foco em mobilidade ativa, ele pode ser usado como parte do aquecimento. Exemplos eficazes de aquecimento com mobilidade para corrida: Skip baixo (corrida com joelhos baixos) Avanço com rotação de tronco Mobilidade de tornozelo com flexão de joelho Elevação de joelhos alternados Esses movimentos aumentam o fluxo sanguíneo, ativam músculos estabilizadores e preparam o corpo para a biomecânica da corrida. E o alongamento depois da corrida? Aqui, a história muda. O pós-treino é o momento ideal para alongamentos estáticos leves, que visam recuperar a amplitude de movimento e evitar rigidez muscular excessiva. Mas, de novo: é preciso fazer com propósito. Alongar sem consciência, só repetindo movimentos antigos, pode ser perda de tempo. Já um protocolo de alongamento pós-corrida personalizado ajuda na recuperação, mobilidade e sensação de bem-estar. Regiões mais indicadas para alongar no pós-treino: Posteriores de coxa Quadríceps Panturrilhas Flexores de quadril Glúteos Região lombar Os tipos de alongamento e quando aplicar cada um Não existe só um tipo de alongamento. E conhecer suas variações faz toda a diferença na rotina de quem corre. Estático: posição mantida por alguns segundos; ideal no pós-treino Dinâmico: movimentos repetitivos e controlados, indicado no pré-treino Balístico: movimentos com impulso; geralmente evitado por aumentar risco de lesões Isométrico: envolve contração muscular durante o alongamento PNF (Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva): feito com auxílio de profissional, muito usado em reabilitação Corredores iniciantes devem focar no básico bem feito: dinâmico antes, estático depois. Corredores avançados, com planos de performance, podem combinar técnicas e integrar isso ao acompanhamento com fisioterapia. Alongamento ajuda na prevenção de lesões? O alongamento, quando realizado de forma isolada, não se mostra eficaz na prevenção de lesões. Já fatores como progressão adequada de carga, treino de força, qualidade do sono, nutrição equilibrada e técnica correta apresentam resultados mais consistentes na redução do risco de lesões. Revisões sistemáticas (incluindo Cochrane) mostram que programas de alongamento, quando feitos sozinhos, não reduzem significativamente a incidência de lesões musculoesqueléticas em corredores. Por isso, na Clínica Reab, o protocolo para corredores sempre combina avaliação biomecânica, testes de flexibilidade e orientações específicas para cada fase. 🔗 Aproveite e veja também: Dor e movimento: entenda a relação Fisioterapia para prática esportiva e recuperação de atletas Avaliação isocinética em Florianópolis Dicas práticas de alongamento para corredores ✔️ Use o pré-treino para mobilidade e ativação ✔️ Reserve 10 minutos após a corrida para alongamentos estáticos ✔️ Mantenha cada posição por 20 a 30 segundos ✔️ Não force além do limite: alongamento não é competição ✔️ Respire profundamente durante os movimentos ✔️ Se sentir dor aguda, pare imediatamente Avaliação personalizada na Clínica Reab Cada corpo tem sua história. Sua corrida também. Na Clínica Reab, em Florianópolis, nossos fisioterapeutas especializados em corrida avaliam sua biomecânica, flexibilidade, histórico de lesões e objetivos esportivos para montar um plano de alongamento sob medida. Seja para prevenir lesões, melhorar performance ou simplesmente correr com mais conforto, nossa equipe está pronta para acompanhar sua jornada. 📍 Agende agora sua avaliação com a Clínica Reab. PERGUNTAS FREQUENTES FAQ – Perguntas frequentes sobre alongamento e corrida É melhor alongar antes ou depois da corrida? O ideal é usar a mobilidade ativa antes do treino e alongamentos estáticos leves após. Cada um tem seu papel na rotina. Busque um profissional capacitado para lhe auxiliar. Alongamento ajuda a prevenir lesões? O alongamento, quando realizado de forma isolada, não se mostra eficaz na prevenção de lesões. Alongar antes da corrida atrapalha? Alongamentos estáticos longos antes da corrida podem reduzir a performance. Prefira mobilidade e ativação. Qual o melhor tipo de alongamento para corredores? Alongamento dinâmico no pré e estático no pós. O ideal é individualizar. Tenho dor na panturrilha. Posso alongar? Depende da causa da dor. O ideal é ser avaliado por um fisioterapeuta antes de seguir qualquer rotina. Correr bem começa com escutar o corpo.
Como identificar sinais de sobrecarga na corrida antes da lesão?
Como identificar sinais de sobrecarga na corrida antes da lesão? Toda lesão começa com um sussurro. Um incômodo leve aqui. Um desconforto repetido ali. Algo que não chega a doer, mas que você sente. Muitos corredores só param quando o corpo grita. Mas os sinais de alerta vêm bem antes — e aprendê-los pode ser a diferença entre evolução e afastamento. Neste guia, fisioterapeutas da Clínica Reab explicam como identificar os sinais precoces de sobrecarga na corrida, por que eles surgem e o que fazer para evitar que evoluam para lesões sérias. Tópicos que você vai encontrar aqui: O que é sobrecarga e por que ela acontece na corrida Sinais de alerta que surgem antes da dor Partes do corpo mais afetadas por excesso de treino A diferença entre dor boa e dor perigosa Quando ajustar o treino e quando procurar ajuda Como a fisioterapia ajuda na prevenção de lesões por sobrecarga Avaliação preventiva na Clínica Reab O que é sobrecarga e por que ela acontece na corrida Sobrecarga não é, necessariamente, sinônimo de treino pesado. É o resultado do acúmulo de microestresses no corpo que não foram devidamente reparados. Na corrida, isso pode vir de volume excessivo, intensidade acima da capacidade atual ou falta de recuperação adequada. Imagine seu corpo como uma ponte: ela aguenta carros, caminhões, motos. Mas se o fluxo for intenso demais, por tempo demais, ela racha. O mesmo acontece com seus músculos, tendões e articulações. Sem pausa, sem descanso e recuperação adequada, eles sinalizam. Primeiro, com pequenos incômodos. Depois, com dores reais. Até que você precise parar completamente. Sinais de alerta que surgem antes da dor Você não precisa esperar uma dor aguda para perceber que algo está errado. O corpo dá avisos sutis, mas claros. São eles: Rigidez matinal incomum em regiões específicas (joelho, tornozelo, quadril) Sensação de peso nas pernas que não melhora com aquecimento Redução de rendimento mesmo com descanso Alteração involuntária da passada para “compensar” uma área Desconforto persistente após treinos moderados Se um desses sinais se repete por mais de três dias, é hora de investigar. Partes do corpo mais afetadas por excesso de treino Algumas regiões são verdadeiras “esponjas” de impacto na corrida. Elas acumulam tensão com mais facilidade e, por isso, merecem atenção redobrada: Fáscia plantar: inflama com cargas repetidas — veja como evitar fasceíte plantar Tendão patelar e quadríceps: comuns em treinos de subida, pista e tiro Coxa posterior e glúteos: sobrecarregados por técnica incorreta de corrida Tíbia: impacto excessivo pode gerar a temida canelite Joelho como um todo: sensível a desalinhamentos e excesso de volume A diferença entre dor boa e dor perigosa Dor muscular tardia (a famosa DMT) é aquela que aparece entre 24h e 48h após um treino novo ou intenso. Ela melhora com o tempo e com movimento leve. Já a dor perigosa tem outras características: ⚠️ Aparece durante a corrida (não só depois) ⚠️ Piora com o movimento e se mantém ao repouso ⚠️ Se concentra sempre no mesmo ponto ou se espalha, com sensação de choque e/ou formigamento ⚠️ Limita amplitude ou ritmo Essa dor é sinal de algo não vai bem. E quanto antes você intervir, menos tempo ficará parado. Quando ajustar o treino e quando procurar ajuda Treinadores experientes sabem: todo plano precisa de adaptações semanais conforme a resposta do corpo. Nem sempre mais volume significa mais evolução. Você deve ajustar seu treino quando: ✔️ Estiver dormindo mal ou comendo pior que o habitual ✔️ Estiver sentindo fadiga persistente ✔️ Começar a sentir dor leve sempre na mesma região Mas se a dor se intensifica, se ela limita sua movimentação, ou se sinais como inchaço e calor local aparecerem, é hora de buscar um fisioterapeuta especializado em corrida. Como a fisioterapia ajuda na prevenção de lesões por sobrecarga Na Clínica Reab, realizamos uma avaliação funcional completa que faz: Análise da mobilidade articular Mensuração da força muscular Observação dos padrões de movimento, que orientam hipóteses diagnósticas Identificação de sinais de alerta para descartar possíveis patologias graves A partir disso, é possível identificar desequilíbrios antes que eles virem problema. Com base nisso, aplicamos protocolos específicos de fortalecimento, reeducação de movimento e estratégias regenerativas — como liberação tecidual, bota pneumática, banheira de gelo, entre outros recursos. Veja mais sobre nossas abordagens de recuperação em: Dor e Movimento e Fisioterapia no Pós-operatório de Cirurgias Ortopédicas Avaliação preventiva na Clínica Reab Você não precisa esperar uma lesão para procurar ajuda. A prevenção é mais barata, mais rápida e mais eficaz. Agende uma avaliação funcional com nossos fisioterapeutas especializados em corrida e entenda como o seu corpo está reagindo à carga de treino atual. 📍 Agende agora mesmo via WhatsApp PERGUNTAS FREQUENTES 📌 FAQ — Dúvidas comuns sobre sobrecarga na corrida 1. Como saber se estou exagerando nos treinos? Sinais como fadiga persistente, dores recorrentes e queda de desempenho indicam que seu corpo está em desequilíbrio. 2. Toda dor na corrida indica lesão? Nem sempre. Algumas dores são de adaptação, outras são sinais de que você passou do ponto. Aprender a diferenciar é fundamental. 3. Posso correr mesmo com dor leve no joelho? Depende. Se a dor aparece só após o treino e é difusa, pode ser tolerável. Mas se piora com o movimento, é hora de pausar e avaliar. 4. Qual exame ajuda a detectar desequilíbrio muscular? O exame isocinético é o mais indicado para identificar diferenças de força entre membros e prevenir lesões por assimetria. A clínica possui o equipamento e profissionais habilitados para esse tipo de exame. 5. Quanto tempo leva para reverter uma sobrecarga? Se detectada cedo, em alguns dias de ajuste e tratamento já é possível sentir melhora. O segredo está na velocidade da intervenção. Seu corpo fala antes de gritar. Ouça enquanto é tempo. A corrida é um esporte de constância. O que impede um corredor de evoluir raramente é a falta de esforço — mas sim o excesso mal gerenciado. Você não precisa correr com medo. Precisa correr com consciência. Nossa equipe da Clínica Reab, em Florianópolis,
Existe o melhor tênis para evitar lesões na corrida? Guia prático para escolher sem erro
Como identificar sinais de sobrecarga na corrida antes da lesão? Toda lesão começa com um sussurro. Um incômodo leve aqui. Um desconforto repetido ali. Algo que não chega a doer, mas que você sente. Muitos corredores só param quando o corpo grita. Mas os sinais de alerta vêm bem antes — e aprendê-los pode ser a diferença entre evolução e afastamento. Neste guia, fisioterapeutas da Clínica Reab explicam como identificar os sinais precoces de sobrecarga na corrida, por que eles surgem e o que fazer para evitar que evoluam para lesões sérias. ✅ Tópicos que você vai encontrar aqui: O que é sobrecarga e por que ela acontece na corrida Sinais de alerta que surgem antes da dor Partes do corpo mais afetadas por excesso de treino A diferença entre dor boa e dor perigosa Quando ajustar o treino e quando procurar ajuda Como a fisioterapia ajuda na prevenção de lesões por sobrecarga Avaliação preventiva na Clínica Reab O que é sobrecarga e por que ela acontece na corrida Sobrecarga não é, necessariamente, sinônimo de treino pesado. É o resultado do acúmulo de microestresses no corpo que não foram devidamente reparados. Na corrida, isso pode vir de volume excessivo, intensidade acima da capacidade atual ou falta de recuperação adequada. Imagine seu corpo como uma ponte: ela aguenta carros, caminhões, motos. Mas se o fluxo for intenso demais, por tempo demais, ela racha. O mesmo acontece com seus músculos, tendões e articulações. Sem pausa, sem descanso e recuperação adequada, eles sinalizam. Primeiro, com pequenos incômodos. Depois, com dores reais. Até que você precise parar completamente. Sinais de alerta que surgem antes da dor Você não precisa esperar uma dor aguda para perceber que algo está errado. O corpo dá avisos sutis, mas claros. São eles: Rigidez matinal incomum em regiões específicas (joelho, tornozelo, quadril) Sensação de peso nas pernas que não melhora com aquecimento Redução de rendimento mesmo com descanso Alteração involuntária da passada para “compensar” uma área Desconforto persistente após treinos moderados Se um desses sinais se repete por mais de três dias, é hora de investigar. Partes do corpo mais afetadas por excesso de treino Algumas regiões são verdadeiras “esponjas” de impacto na corrida. Elas acumulam tensão com mais facilidade e, por isso, merecem atenção redobrada: Fáscia plantar: inflama com cargas repetidas — veja como evitar fasceíte plantar Tendão patelar e quadríceps: comuns em treinos de subida, pista e tiro Coxa posterior e glúteos: sobrecarregados por técnica incorreta de corrida Tíbia: impacto excessivo pode gerar a temida canelite Joelho como um todo: sensível a desalinhamentos e excesso de volume A diferença entre dor boa e dor perigosa Dor muscular tardia (a famosa DMT) é aquela que aparece entre 24h e 48h após um treino novo ou intenso. Ela melhora com o tempo e com movimento leve. Já a dor perigosa tem outras características: ⚠️ Aparece durante a corrida (não só depois) ⚠️ Piora com o movimento e se mantém ao repouso ⚠️ Se concentra sempre no mesmo ponto ou se espalha, com sensação de choque e/ou formigamento ⚠️ Limita amplitude ou ritmo Essa dor é sinal de algo não vai bem. E quanto antes você intervir, menos tempo ficará parado. Quando ajustar o treino e quando procurar ajuda Treinadores experientes sabem: todo plano precisa de adaptações semanais conforme a resposta do corpo. Nem sempre mais volume significa mais evolução. Você deve ajustar seu treino quando: ✔️ Estiver dormindo mal ou comendo pior que o habitual ✔️ Estiver sentindo fadiga persistente ✔️ Começar a sentir dor leve sempre na mesma região Mas se a dor se intensifica, se ela limita sua movimentação, ou se sinais como inchaço e calor local aparecerem, é hora de buscar um fisioterapeuta especializado em corrida. Como a fisioterapia ajuda na prevenção de lesões por sobrecarga Na Clínica Reab, realizamos uma avaliação funcional completa que faz: Análise da mobilidade articular Mensuração da força muscular Observação dos padrões de movimento, que orientam hipóteses diagnósticas Identificação de sinais de alerta para descartar possíveis patologias graves A partir disso, é possível identificar desequilíbrios antes que eles virem problema. Com base nisso, aplicamos protocolos específicos de fortalecimento, reeducação de movimento e estratégias regenerativas — como liberação tecidual, bota pneumática, banheira de gelo, entre outros recursos. Veja mais sobre nossas abordagens de recuperação em: Dor e Movimento e Fisioterapia no Pós-operatório de Cirurgias Ortopédicas Avaliação preventiva na Clínica Reab Você não precisa esperar uma lesão para procurar ajuda. A prevenção é mais barata, mais rápida e mais eficaz. Agende uma avaliação funcional com nossos fisioterapeutas especializados em corrida e entenda como o seu corpo está reagindo à carga de treino atual. Agende agora mesmo via WhatsApp PERGUNTAS FREQUENTES 📌 FAQ — Dúvidas comuns sobre sobrecarga na corrida 1. Como saber se estou exagerando nos treinos? Sinais como fadiga persistente, dores recorrentes e queda de desempenho indicam que seu corpo está em desequilíbrio. 2. Toda dor na corrida indica lesão? Nem sempre. Algumas dores são de adaptação, outras são sinais de que você passou do ponto. Aprender a diferenciar é fundamental. 3. Posso correr mesmo com dor leve no joelho? Depende. Se a dor aparece só após o treino e é difusa, pode ser tolerável. Mas se piora com o movimento, é hora de pausar e avaliar. 4. Qual exame ajuda a detectar desequilíbrio muscular? O exame isocinético é o mais indicado para identificar diferenças de força entre membros e prevenir lesões por assimetria. A clínica possui o equipamento e profissionais habilitados para esse tipo de exame. 5. Quanto tempo leva para reverter uma sobrecarga? Se detectada cedo, em alguns dias de ajuste e tratamento já é possível sentir melhora. O segredo está na velocidade da intervenção. Seu corpo fala antes de gritar. Ouça enquanto é tempo. A corrida é um esporte de constância. O que impede um corredor de evoluir raramente é a falta de esforço — mas sim o excesso mal gerenciado. Você não precisa correr com medo. Precisa correr com consciência. Nossa equipe da Clínica Reab, em Florianópolis,
Recuperação pós-treino de corrida: quais técnicas realmente funcionam?
Recuperação pós-treino de corrida: quais técnicas realmente funcionam? Você treina forte, mas recupera bem? Essa é a pergunta que separa corredores consistentes de corredores lesionados. Depois de um treino puxado, a recuperação não é um luxo — é parte da evolução. É nesse momento que seu corpo se adapta, seus músculos se fortalecem e sua mente aprende a lidar com a fadiga. Ignorar essa etapa é como plantar, mas nunca colher. Neste guia prático, fisioterapeutas da Clínica Reab revelam quais técnicas de recuperação realmente funcionam, quais são mitos e como adaptar sua rotina para acelerar sua evolução sem prejudicar seu corpo. Tópicos que você vai encontrar aqui: Por que a recuperação pós-treino é tão importante quanto o treino O que acontece no seu corpo após uma corrida intensa Técnicas de recuperação eficazes (e o que a ciência diz sobre elas) Técnicas populares que não funcionam tão bem quanto parecem Como montar uma rotina prática de recuperação para corredores Quando buscar fisioterapia especializada pós-treino Tratamentos disponíveis na Clínica Reab Por que a recuperação pós-treino é tão importante quanto o treino Você não ganha performance durante o treino. Ganha quando descansa. É durante o processo de recuperação que as fibras musculares se reconstroem mais fortes, que o sistema nervoso se reequilibra e que o risco de lesões é reduzido. Ignorar essa fase é como dirigir com o tanque na reserva: você pode até ir longe por um tempo, mas vai parar na metade do caminho. E, no caso dos corredores, o destino final costuma ser dor, inflamação ou lesões crônicas como fasceíte plantar ou síndrome da banda iliotibial. O que acontece no seu corpo após uma corrida intensa Toda corrida exige do seu corpo. Em especial treinos longos, tiros ou provas. Após o esforço: 🔹 As fibras musculares sofrem microlesões 🔹 A temperatura corporal aumenta 🔹 Há acúmulo de metabólitos (como lactato) 🔹 O sistema imunológico entra em alerta 🔹 O sistema nervoso simpático se mantém ativado Se você não oferece ao corpo meios para se regenerar, ele compensa com dor, fadiga prolongada e, em casos mais graves, perda de desempenho. Técnicas de recuperação eficazes (e o que a ciência diz sobre elas) Vamos direto ao ponto. Aqui estão as técnicas que realmente funcionam, recomendadas pelos fisioterapeutas da Clínica Reab e validadas por estudos científicos: 1. Crioterapia (banheira de gelo, game ready, bota pneumática) ✔️ Reduz inflamação ✔️ Diminui dor muscular tardia ✔️ Rápido efeito analgésico ✔️ Estudo da Universidade de Queensland (2020) confirma eficácia em treinos de alta intensidade 2. Liberação Tecidual ✔️ Melhora a circulação e oxigenação muscular ✔️ Alivia tensões pós-exercício ✔️ Pode ser feita com rolo ou por fisioterapeuta 3. Compex (estimulação elétrica neuromuscular) ✔️ Estimula contrações leves para eliminar resíduos metabólicos ✔️ Relaxa a musculatura e acelera a regeneração 4. Hidratação adequada ✔️ Função cardiovascular otimizada ✔️ Auxilia na saúde cognitiva após treinos intensos 5. Sono de qualidade ✔️ Produz GH (hormônio do crescimento) ✔️ Restaura tecidos e sistema imunológico 6. Alimentação pós-treino rica em proteínas e antioxidantes ✔️ Constrói e repara músculos ✔️ Diminui resposta inflamatória 7. Massoterapia esportiva ✔️ Diminui dor tardia ✔️ Melhora amplitude de movimento ✔️ Aumenta sensação de bem-estar Fisioterapeuta aplicando liberação miofascial em corredor amador Técnicas populares que não funcionam tão bem quanto parecem Nem tudo o que se vê no Instagram é verdade absoluta. Algumas técnicas têm fama, mas pouca evidência. Outras podem até ser úteis, mas só quando bem indicadas. Ventosaterapia (Cupping Therapy) ⚠️ Não há evidências robustas sobre o uso da ventosa na performance esportiva ou tempo de recuperação Treino regenerativo sem descanso prévio ⚠️ Fazer “trote leve” no dia seguinte ao treino forte pode ajudar, mas só se o corpo estiver pronto. Senão, o tiro sai pela culatra. Suplementação sem prescrição individual ⚠️ Nem todo suplemento é necessário ⚠️ Excesso pode sobrecarregar fígado e rins Como montar uma rotina prática de recuperação para corredores A chave é a constância. Veja um modelo adaptável: 🕐 Imediatamente após o treino: Hidratação + fruta com proteína (ex: banana + whey) Banho frio nas pernas ou crioterapia Bota pneumática 🕑 Nas 2h seguintes: Alimentação completa (carbo + proteína + gordura boa) Massagem leve ou liberação miofascial 🌙 Na noite pós-treino: Sono reparador em ambiente escuro Evitar cafeína após as 18h ☀️ No dia seguinte: Atividade leve (caminhada, mobilidade articular) Avaliação de dores persistentes Quando buscar fisioterapia especializada pós-treino Você não precisa esperar sentir dor para procurar ajuda. Fisioterapia esportiva preventiva tem foco em: ✔️ Otimizar sua recuperação ✔️ Analisar desequilíbrios musculares ✔️ Corrigir biomecânica da corrida ✔️ Monitorar padrões de fadiga e impacto A Clínica Reab, localizada em Florianópolis, é referência em reabilitação esportiva. Oferece protocolos personalizados com game ready, bota pneumática, liberação tecidual e treinamento isocinético. Tratamentos disponíveis na Clínica Reab para corredores Confira alguns dos serviços mais buscados por atletas: Fisioterapia pós-operatória Exame isocinético para diagnóstico de força muscular Tratamento de fasceíte plantar Treinamento e performance com acompanhamento contínuo Tendinopatias e lesões frequentes PERGUNTAS FREQUENTES FAQ – Dúvidas sobre recuperação pós-treino ❓ Qual o tempo ideal de descanso após um treino de corrida? Depende da intensidade. Após treinos leves, 24h podem ser suficientes. Já treinos intensos pedem 48 a 72h de recuperação ativa. ❓ Devo usar gelo ou calor após correr? Gelo para casos de dor, inchaço ou treinos muito fortes. Calor apenas em fases de relaxamento, após inflamação controlada. ❓ Massagem ajuda mesmo na recuperação? Sim. Estudos mostram melhora na dor muscular e aumento da sensação de bem-estar com massoterapia esportiva. ❓ Como sei se estou me recuperando bem? Sono de qualidade, energia pela manhã, dor muscular tolerável e ausência de lesões são bons indicadores. ❓ Posso treinar com dor muscular do treino anterior? Se for dor leve, sim, com ajustes. Se houver dor aguda, pontual ou limitante, é melhor pausar e avaliar. 🚀 Fale com nossos especialistas e turbine sua recuperação Se você sente que seu corpo demora a se recuperar, ou quer evoluir com mais segurança, a Clínica Reab pode ajudar. Estamos em Florianópolis, com
Como evitar fasceíte plantar na corrida: guia prático do fisioterapeuta
Você já sentiu uma fisgada na sola do pé logo ao acordar? É como pisar em um chão invisível de agulhas. Ela começa aos poucos, incomoda ao caminhar e, quando você percebe, virou um fantasma constante nos treinos. Essa dor tem nome: fasceíte plantar. Se você corre, já ouviu falar. Talvez já tenha sentido. E se nunca sentiu, a melhor hora para aprender a evitá-la é agora. A prevenção começa antes da inflamação. Neste guia prático, fisioterapeutas da Clínica Reab explicam o que é a fasceíte plantar, por que ela aparece com tanta frequência em corredores e o que você pode fazer para continuar correndo — sem dor. Tópicos que você vai encontrar aqui: O que é fasceíte plantar e por que corredores são tão afetados Sinais de alerta que você não deve ignorar Hábitos que aumentam o risco de lesão na fáscia Como prevenir a fasceíte plantar com ações simples Exercícios e cuidados práticos recomendados por fisioterapeutas Quando buscar ajuda especializada Avaliação e tratamento da fasceíte na Clínica Reab O que é fasceíte plantar e por que corredores são tão afetados A fáscia plantar é um tecido grosso e fibroso que liga o calcanhar aos dedos. Ela sustenta o arco do pé, absorve impacto e estabiliza a pisada. Na corrida, essa estrutura é constantemente exigida. A cada passo, ela estica, contrai e amortece o peso do corpo. Quando há sobrecarga, má biomecânica ou falta de fortalecimento, ela inflama. Aí surge a dor — especialmente na parte interna do calcanhar, logo pela manhã ou após ficar em pé por muito tempo. 📍Descrição da imagem: ilustração anatômica da fáscia plantar e pontos comuns de dor Texto ALT: o que é fasceíte plantar e onde ela dói nos corredores Sinais de alerta que você não deve ignorar Dor aguda na sola do pé ao acordar Desconforto no início da corrida que melhora com o aquecimento, mas volta depois Sensação de que o pé está “duro” ou “puxando” Dores intensificadas após treinos longos ou subidas Esses são os primeiros sinais. Se você insistir, o quadro pode se agravar e impedir até mesmo caminhadas leves. Hábitos que aumentam o risco de lesão na fáscia Limitação da mobilidade de dorsiflexão dos tornozelos Pisada excessivamente pronada ou supinada Falta de alongamento e fortalecimento da cadeia posterior (panturrilhas, isquiotibiais, glúteos) Aumento abrupto de volume ou intensidade dos treinos Treinar em superfícies duras sem preparo adequado Como prevenir a fasceíte plantar com ações simples Faça um bom aquecimento antes da corrida Tenha controle do seu volume de treino (não aumentar de forma significativa sem as progressões adequadas) Evite ficar muito tempo em pé descalço em superfícies rígidas Inclua mobilidade e exercícios direcionados na sua rotina semanal Descanse adequadamente Exercícios e cuidados práticos recomendados por fisioterapeutas 👉Faça isso diariamente: Alongamento da fáscia plantar: puxe os dedos para cima com a mão por 30 segundos Liberação com bolinha de tênis ou massagem: role lentamente sob a sola do pé por 2 minutos Fortalecimento do arco plantar: tente “pegar” uma toalha no chão com os dedos do pé Elevação de panturrilha: 3 séries de 15 repetições, duas vezes por semana Agachamentos unilaterais: fortalecem o core e melhoram a mecânica da passada Quando buscar ajuda especializada Se a dor: Persiste por mais de duas semanas Aumenta com repouso ou ao fim do dia Limita sua rotina de treino ou trabalho …é hora de agendar uma avaliação. A Clínica Reab é referência em tratamento de patologias esportivas e possui fisioterapeutas especializados em corrida. Avaliação e tratamento da fasceíte na Clínica Reab Nossa abordagem inclui: Avaliação funcional com testes específicos para melhor entender a causa da sua dor Protocolo com liberação tecidual, eletroterapia, mobilização articular avançada e reforço muscular Indicação de calçados, palmilhas e plano de retorno gradual à corrida Você pode ver mais sobre esse atendimento na página: Fasceíte Plantar Corra leve. Corra prevenido. Corra com saúde. Seja iniciante ou experiente, a corrida precisa ser sustentável. E isso começa pela base: seus pés. 👉Clique aqui e agende sua avaliação com a Clínica Reab e comece agora mesmo a correr sem dor.
História da corrida em Florianópolis: da trilha à maratona — e o que vem por aí até outubro de 2025
Você corre na Beira-mar, mas sabe quem veio antes de você? A corrida em Florianópolis tem alma, história e suor. Começou de forma quase tímida, em grupos pequenos, sem pórtico, chip ou medalha.Mas o que era só vontade virou movimento. Virou cultura. Hoje, é parte da paisagem da cidade. Neste artigo, vamos voltar no tempo, contar como a corrida de rua virou um fenômeno na Ilha, mostrar as provas que ajudaram a consolidar esse cenário e trazer um calendário completo dos eventos que vêm aí em agosto, setembro e outubro de 2025. Coloque o tênis e vem com a gente. Tópicos que você vai encontrar aqui: Como tudo começou: as raízes da corrida em Florianópolis A Meia Maratona de Floripa: o divisor de águas A Volta à Ilha e o espírito de equipe A democratização das corridas temáticas e noturnas Corrida como estilo de vida na Ilha da Magia Calendário completo: provas em agosto, setembro e outubro de 2025 O papel da fisioterapia na evolução dos corredores locais Agende sua avaliação com a Clínica Reab Como tudo começou: as raízes da corrida em Florianópolis Nos anos 80, a corrida em Florianópolis ainda era um nicho. Poucos se aventuravam pelas ruas da cidade para treinar. Sem tecnologia, sem planilhas, sem suporte profissional. A Beira-mar ainda não era o point dos corredores, mas os primeiros grupos começaram a se formar, inspirados por corridas internacionais e pelo crescimento do movimento running no Brasil.Com o tempo, as assessorias esportivas, academias e universidades ajudaram a moldar um novo cenário. Correr passou a ser mais que esporte. Era uma forma de se reconectar com a cidade, com o mar, com a saúde e com a própria rotina. A Meia Maratona de Floripa: o divisor de águas Criada em 2011, a Meia Maratona de Floripa foi um marco. Reuniu milhares de corredores e colocou a cidade no mapa das grandes provas nacionais. A organização profissional, o percurso plano e a vista da orla criaram um combo perfeito para quem queria melhorar performance e viver uma experiência única. A prova cresceu tanto que, em 2017, deu origem à Maratona Internacional de Florianópolis.Em 2024, foram mais de 16 mil atletas. Em 2025, promete recorde de novo. A Volta à Ilha e o espírito de equipe Fundada em 1996, a Volta à Ilha é uma das provas mais únicas do Brasil.Com mais de 140 km de percurso, ela desafia times a revezar durante um dia inteiro, contornando toda a Ilha de Santa Catarina. Passando por trilhas, areia, asfalto, subidas íngremes e belezas naturais, a prova representa mais que resistência: é estratégia, união, logística e superação coletiva. A democratização das corridas temáticas e noturnas Nos últimos anos, surgiram as corridas temáticas: noturnas, coloridas, com propósito social, voltadas para públicos diversos. Provas como: Night Run Corrida do Bem Circuito Rosa Corridas kids …tomaram conta dos finais de semana na Ilha. O que antes era só para atletas virou programa de família.E isso transformou o cenário local. Corrida como estilo de vida na Ilha da Magia Hoje, não é raro cruzar com corredores na Beira-mar Norte às 5h da manhã.Ou ver grupos em treino no Morro da Cruz, na Lagoa ou nas trilhas do Campeche. A corrida virou estilo de vida. E Florianópolis, com seu clima ameno e paisagens inspiradoras, oferece o ambiente ideal para isso. Seja para buscar saúde, baixar o pace ou apenas sentir o vento no rosto, correr em Floripa é mais do que correr.É pertencer. 🗓️Calendário: corridas em Florianópolis (agosto, setembro e outubro de 2025) Agosto 2025 09/08 – Meia Maratona Ilha da Magia Night Run – Beira-mar Continental 30 e 31/08 – Maratona Internacional de Florianópolis 30/08: Maratoninha Kids e Meia Maratona (21 km) 31/08: Maratona (42 km) + Corrida 5 km Setembro 2025 13/09 – Ibagy Night Run – Beira-mar Continental Outubro 2025 19/10 – Movimento Rosa – Beira-mar Norte (corrida beneficente) Todos os eventos têm inscrição ativa nos sites oficiais e no portal focoradical.com.br O papel da fisioterapia na evolução dos corredores locais Correr bem vai muito além de calçar um bom tênis e ter força de vontade.A base para uma corrida consistente e segura está na prevenção de lesões, aliada a uma avaliação criteriosa e boas estratégias de recuperação. Acompanhando centenas de corredores ao longo dos últimos anos, a equipe da Reab combina conhecimento técnico com tecnologia de ponta para oferecer: Avaliação isocinética – Teste padrão ouro para análise muscular Protocolos personalizados de avaliação e reabilitação para corredores Massagem esportiva, crioterapia e estimulação neuromuscular (Compex) Análise por cinemática 3D e treinamento funcional direcionado, entre outros Se você está se preparando para a próxima prova — seja ela sua primeira ou sua décima maratona — lembre-se:prevenir lesões é garantir constância nos treinos.E constância é o que separa os corredores ocasionais dos que cruzam a linha de chegada no seu melhor. ✅Agende sua avaliação com a Clínica Reab Seja para começar a correr, voltar após lesão ou melhorar performance, a Clínica Reab é referência em reabilitação e treinamento funcional para corredores. 👉Clique aqui e agende seu horário com a equipe Vamos juntos transformar sua corrida em Florianópolis em algo que vá além do tempo.Que marque sua trajetória.