Articular

Artrose e Artrite

Entenda esta condição

Artrose (osteoartrite) e artrite são condições distintas que afetam as articulações, mas que muitas vezes são confundidas. Entender suas diferenças é essencial para direcionar o tratamento adequado.

O que é Artrose

A artrose é uma doença degenerativa que provoca desgaste progressivo da cartilagem, alterações no osso subcondral e, com o tempo, rigidez e perda de mobilidade. É comum em joelhos, quadris, mãos e coluna. Os sintomas típicos incluem:

  • Dor mecânica (piora com o uso e melhora com o repouso);
  • Rigidez matinal curta (geralmente < 30 minutos);
  • Estalos/crepitação e limitação de movimento;
  • Inchaço leve em fases de irritação.

O que é Artrite

A artrite é um processo inflamatório articular, que pode ter causas autoimunes, infecciosas ou pós‑trauma. Os sintomas tendem a ser:

  • Dor inflamatória (piora em repouso/noturna, melhora com movimento leve);
  • Calor, rubor, inchaço e sensibilidade;
  • Rigidez matinal prolongada (≥ 30–60 minutos);
  • Possível fadiga e comprometimento funcional.

Sintomas comuns

  • Dor e rigidez matinal
  • Estalos nas articulações
  • Limitação de movimento

Causas e fatores de risco

Fatores de risco: idade, sobrecarga (trabalho/esporte), sobrepeso, fraquezas musculares, alinhamento desfavorável (joelhos em valgo/varo), histórico de lesões e cirurgias prévias.

As articulações frequentemente afetadas incluem mãos, joelhos, tornozelos e ombros. Em algumas formas (por exemplo, autoimunes), há cursos de crise e remissão.

O impacto de ambas é significativo: interferem em tarefas simples (caminhar, subir escadas, segurar objetos), reduzem autonomia e podem comprometer a qualidade do sono e o humor. O acompanhamento adequado, aliado à fisioterapia individualizada, é determinante para controlar sintomas, preservar função e retardar a progressão.

Como tratamos isso na clínica de Fisioterapia Reab?

Na Clínica Reab, em Florianópolis, o plano é personalizado ao seu diagnóstico, estágio clínico e objetivos (vida diária, trabalho, esporte). Unimos terapia manual, exercícios terapêuticos e recursos eletrofototérmicos para reduzir dor, melhorar mobilidade e fortalecer as cadeias musculares que protegem as articulações.

Diretrizes para Artrose (osteoartrite)

Fase 1 — Alívio de dor e rigidez

  • Eletroterapia analgésica e crioterapia em fases dolorosas para modular sintomas;

  • Terapia manual e mobilizações para ganho de amplitude e conforto;

  • Educação e gestão de carga: fracionar tarefas, pausas ativas, ajustes de calçado e ambiente.

Fase 2 — Fortalecimento e controle motor

  • Exercícios de força com progressão de carga (quadríceps, glúteos e panturrilhas para joelho/quadril; estabilizadores escapulares para ombro; core para coluna);

  • Treino de cadeia cinética e controle motor para reduzir sobrecargas locais;

  • Alongamentos dirigidos (flexores de quadril, isquiotibiais, panturrilha) e trabalho de mobilidade.

Fase 3 — Função e condicionamento

  • Exercícios funcionais (levantar, subir degraus, agachar) com técnica segura;

  • Aeróbio de baixo impacto (bike, elíptico, caminhada progressiva) para dor, condicionamento e saúde articular;

  • Plano de manutenção para sustentar ganhos e retardar a progressão.

Diretrizes para Artrite (inflamatória/pós‑trauma/infecciosa*)

(*Em casos infecciosos, a conduta médica é prioridade; a fisioterapia ocorre conforme liberação.)

Fase inflamatória — controle de crise

  • Eletroterapia analgésica, crioterapia ou calor (conforme resposta clínica) para conforto;

  • Mobilizações suaves e exercícios de amplitude guiada para evitar rigidez sem irritar a articulação;

  • Estratégias de proteção articular e pacing (ritmar esforço/descanso).

Fase subaguda — recuperar mobilidade e força

  • Cinesioterapia com progressão criteriosa, priorizando isométricos e depois isotônicos;

  • Reeducação postural e coordenação para padrões de movimento mais eficientes;

  • Educação sobre sinais de exacerbação e ajustes rápidos de rotina.

Fase funcional — autonomia e prevenção

  • Treino funcional (preensão, alcance, marcha, degraus);

  • Propriocepção/estabilidade quando joelhos/tornozelos estão envolvidos;

  • Programa domiciliar sob medida para manter controle entre consultas.

Em ambos os quadros, mantemos comunicação com o médico quando exames, medicações ou condutas complementares são necessários. O foco permanece na reabilitação ativa, pilar para resultados sustentáveis.

Diferenciais da Clínica de Fisioterapia Reab

  • Atendimento humanizado e centrado no paciente: ouvimos sua história, metas e barreiras para construir um plano viável e eficaz.

  • Equipe experiente em reabilitação musculoesquelética: atuação baseada em evidências e atualização contínua.

  • Estrutura moderna: ambiente equipado para avaliação funcional e progressão segura de exercícios.

  • Monitoramento contínuo: metas claras, reavaliações periódicas e ajustes finos conforme sua evolução.

  • Foco em autonomia e prevenção: além de aliviar a dor, trabalhamos força, mobilidade, controle motor e hábitos que protegem suas articulações.

FAQ

1) Qual é a diferença entre artrose e artrite?

A artrose é degenerativa (desgaste da cartilagem); a artrite é inflamatória (pode ter origem autoimune, infecciosa ou pós‑trauma). Ambas causam dor e limitação, mas o padrão da dor e a rigidez matinal costumam diferir.

2) Exercício “gasta” mais a articulação?

Não quando bem dosado. Exercícios fortalecem músculos que protegem a articulação, melhoram a lubrificação e reduzem dor. O segredo é progressão adequada e técnica correta.

3) Gelo ou calor: o que usar?

Na crise inflamatória, o gelo tende a aliviar; em rigidez sem sinais de inflamação ativa, calor pode trazer conforto antes dos exercícios. Personalizamos conforme sua resposta.

4) Preciso de repouso?

Repouso absoluto raramente é indicado. Preferimos modular a carga e manter movimento seguro, evitando perda de força e rigidez.

5) Em quanto tempo melhora?

Varia com diagnóstico, estágio e adesão. Muitos pacientes percebem alívio em semanas; ganhos consistentes de força, mobilidade e função exigem semanas a meses. Usamos critérios funcionais (força, amplitude, dor pós‑atividade, testes) para guiar a progressão.

6) Palmilhas, órteses ou bengala ajudam?

Podem redistribuir cargas e aumentar segurança em fases específicas. Indicamos caso a caso, sempre junto de exercícios e treino funcional.

7) Quem tem artrite pode treinar?

Sim — com ajuste de intensidade e atenção a surtos inflamatórios. O movimento adequado reduz dor, melhora função e protege a articulação. Planejamos em conjunto com você (e com o médico, quando necessário).

Com abordagem correta, artrose e artrite podem ser controladas: é possível reduzir dor, recuperar mobilidade e retomar atividades com segurança. Na Clínica Reab, integramos ciência, tecnologia e cuidado humano para desenhar um plano sob medida, do alívio de sintomas ao fortalecimento e autonomia no dia a dia.
Saiba como tratamos

Excelência em fisioterapia desde 2008, com mais de 15 mil pacientes atendidos em Florianópolis. Tratamentos personalizados, equipe qualificada e estrutura completa para sua recuperação.

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