Quadril/Pelve

Bursite

Entenda esta condição

Causas, sintomas e tratamento com fisioterapia em Florianópolis

Bursite é a inflamação das bursas, pequenas bolsas cheias de líquido que funcionam como amortecedores entre ossos, tendões e músculos. Quando inflamadas, essas estruturas aumentam de volume, ficam mais sensíveis e provocam dor, inchaço e limitação dos movimentos. As regiões mais afetadas são ombro (subacromial/subdeltoide), quadril (trocantérica), cotovelo (olécrano) e joelho (pré‑patelar e anserina).

Como a bursite acontece

A bursite normalmente resulta de atrito repetitivo e sobrecarga mecânica sobre a bursa, mas também pode surgir após traumas diretos, gestos esportivos descoordenados ou posturas compressivas prolongadas (ex.: apoiar os cotovelos no escritório, permanecer ajoelhado por longos períodos). Em casos menos comuns, pode haver bursite séptica (por infecção), exigindo avaliação médica imediata.

Sintomas comuns

  • Dor ao deitar de lado
  • Sensibilidade lateral do quadril
  • Piora ao subir escadas

Causas e fatores de risco

  • Movimentos repetitivos sem preparo ou recuperação adequada.

  • Técnica esportiva inadequada e fraquezas musculares na cadeia cinética.

  • Ergonomia desfavorável no trabalho (altura de mesa/cadeira, teclado, mouse).

  • Calçado/equipamento inadequados, superfícies duras e alterações biomecânicas (ex.: rotação do quadril, valgo do joelho).

  • Condições sistêmicas como artrite reumatoide, gota e diabetes podem aumentar a susceptibilidade.

O impacto funcional é direto: a dor limita o sono (ombro/quadril), reduz produtividade, interrompe treinos e, se mal conduzida, perpetua o ciclo de dor e compensações.

Como tratamos isso na clínica de Fisioterapia Reab?

Na Clínica Reab, em Florianópolis, conduzimos um plano completo e individualizado para bursite, combinando alívio de sintomas com recondicionamento progressivo, para que você recupere função e evite recidivas. Selecionamos as técnicas conforme a região afetada, estágio da lesão e suas metas pessoais.

Fase 1 — Controle de dor e inflamação

  • Eletroterapia analgésica para modular a dor e facilitar o início do movimento.

  • Crioterapia nas fases dolorosas para reduzir processo inflamatório e edema.

  • Terapia manual (mobilizações articulares e de tecidos moles) para diminuir rigidez, melhorar o deslizamento entre estruturas e aliviar pontos dolorosos.

  • Educação e modulação de carga: ajustes de tarefas, pausas ativas, substituição temporária de exercícios que comprimem a bursa (ex.: evitar deitar sobre o lado doloroso, reduzir saltos/corrida em declive na bursite trocantérica).

  • Taping/órteses quando indicado, como suporte transitório.

Fase 2 — Recuperar mobilidade e eficiência do movimento

  • Exercícios de amplitude graduais, respeitando a janela de dor.

  • Fortalecimento específico e controle motor:

    • Ombro: rotadores do manguito e estabilizadores escapulares.

    • Quadril: glúteo médio e rotadores, para reduzir compressão lateral.

    • Joelho: quadríceps, isquiotibiais e estabilizadores de quadril/tornozelo.

    • Cotovelo: musculatura flexora/extensora do antebraço, com progressão cuidadosa.

  • Treino da cadeia cinética (core, quadril, tornozelo/escápula) para redistribuir cargas e reduzir o estresse sobre a bursa.

Fase 3 — Recondicionamento e retorno seguro às atividades

  • Exercícios funcionais e específicos do esporte/trabalho (padrões de elevação, arremesso, corrida, agachamento), com progressão de carga baseada em critérios objetivos.

  • Propriocepção e estabilidade dinâmica para melhorar controle em superfícies e gestos variados.

  • Estratégias de prevenção: plano de manutenção, ergonomia refinada, periodização de treinos e sinais de alerta para ajustes precoces.

Recursos utilizados na Reab

  • Eletroterapia e crioterapia para controle de sintomas.

  • Terapia manual para mobilidade e conforto.

  • Exercícios terapêuticos específicos, com progressão de volume, intensidade e complexidade.

  • Reeducação do movimento e ergonomia, com orientações práticas e aplicáveis.

  • Gerenciamento de carga, respeitando o tempo de recuperação tecidual.

Quando necessário, dialogamos com o médico para discutir exames de imagem ou condutas complementares (ex.: aspiração/infiltração), mantendo a reabilitação ativa para resultados sustentáveis.

Diferenciais da Clínica de Fisioterapia Reab

  • Atendimento humanizado e centrado no paciente: escutamos sua história, rotina e metas para construir um plano que você consegue seguir.

  • Equipe experiente e atualizada: fisioterapeutas especializados em reabilitação musculoesquelética, alinhados às melhores evidências.

  • Estrutura moderna: equipamentos e espaço adequados para progressão segura de exercícios.

  • Monitoramento contínuo: metas claras, reavaliações periódicas e ajustes finos conforme sua evolução.

  • Foco em prevenção: além de aliviar a dor, trabalhamos a causa mecânica e os hábitos que levaram à bursite.

FAQ

1) Bursite é a mesma coisa que tendinite?

Não. Na bursite, a estrutura inflamada é a bursa (bolsa serosa). Na tendinite/tendinopatia, o problema está no tendão. Muitas vezes, ambas podem coexistir, e o plano terapêutico considera as duas condições.

2) Como sei se minha bursite pode ser infecciosa (séptica)?

Vermelhidão intensa, calor local, febre, mal‑estar e dor que não melhora com medidas conservadoras são sinais de alerta. Nesses casos, procure avaliação médica imediata.

3) Quanto tempo leva para melhorar?

Varia conforme a região e a gravidade. Muitos pacientes percebem redução da dor em semanas; a recuperação funcional completa pode levar semanas a poucos meses, dependendo da adesão ao programa e das demandas (trabalho/esporte). Guiamos a progressão por critérios funcionais, não só pelo calendário.

4) Posso continuar treinando/trabalhando?

Em geral, sim — com modulação de carga e, quando preciso, substituição temporária de atividades que comprimem a bursa. Mantemos o condicionamento enquanto reabilitamos a região, ajustando o plano conforme a resposta nas 24–48h seguintes.

5) Gelo ou calor: o que usar?

Na fase dolorosa, o gelo tende a aliviar melhor. Em fases subagudas, o calor pode aumentar o conforto antes dos exercícios. Use de forma estratégica e converse com o fisioterapeuta para personalizar.

6) Infiltração resolve a bursite?

Pode reduzir a dor em casos selecionados, decisão que cabe ao médico. Entretanto, sem reabilitação ativa (fortalecimento, controle motor e ajustes de carga), a chance de recidiva aumenta.

7) O que causa a bursite do quadril (trocantérica) e do ombro?

No quadril, sobrecarga e atrito lateral associados a fraqueza do glúteo médio e padrões de corrida/salto. No ombro, elevação repetida do braço, desequilíbrios do manguito e escápula, e posturas sustentadas favorecem a irritação da bursa subacromial.

8) Há algo que eu possa fazer em casa?

Sim: evite posições compressivas, ajuste tarefas, faça pausas ativas, aplique gelo nas fases dolorosas e siga a progressão de exercícios recomendada. Se a dor piorar ou não evoluir, reavalie com o fisioterapeuta.

A bursite é tratável quando abordada com estratégia, modulação de carga e reabilitação progressiva. Na Clínica Reab, unimos acolhimento, tecnologia e uma equipe experiente para aliviar a dor, restaurar seus movimentos e prevenir novas crises, conduzindo você de volta à rotina — e ao esporte — com segurança e confiança.
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